Curitiba é reconhecida como cidade saneada, inteligente e inovadora

Com o tema “Cidades Inteligentes conectadas com o saneamento e o meio ambiente: desafio dos novos tempos”, o 31º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), começou no inicio da semana com um painel de abertura que teve Curitiba, a cidade-anfitriã, como destaque.

O coordenador do painel e presidente nacional da Abes, Alceu Guérios Bittencourt, fez a fala inicial destacando a capital paranaense como uma cidade reconhecida internacionalmente por ser saneada, inteligente e inovadora. Curitiba é, pelo quinto ano consecutivo, a capital mais saneada do país, segundo ranking da Abes.

O prefeito Rafael Greca, primeiro convidado a participar do painel, fez uma apresentação sobre os motivos de Curitiba estar entre as sete comunidades mais inteligentes do mundo.

“É nosso propósito ser mais fortes do que as dificuldades e pensar Curitiba para os que ainda vão nascer”, disse Greca. “Essa plenária também é uma aposta no futuro das cidades brasileiras e do saneamento do Brasil”, completou.

Entre os destaques da fala de Greca, esteve a Reserva Hídrica do Futuro, um programa que, além de levar água potável a comunidades vulneráveis no período de escassez hídrica, contempla um futuro reservatório com capacidade de armazenar 43 bilhões de litros de água, em parceria com o Governo do Estado.

A vocação da cidade na criação de áreas verdes e no plantio de árvores, e seus programas pioneiros como a gestão de resíduos sólidos com a reciclagem e o tratamento também foram listados pelo prefeito. Greca lembrou ainda que, com 97% da cidade atendida por rede de esgoto e 100% abastecida por água potável, Curitiba é, pelo quinto ano consecutivo, a capital mais saneada do país.

Participaram da discussão, ainda, o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, Manuel Heitor, de forma remota; o presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Benedito Braga; o diretor da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Oscar Cordeiro; e também remotamente, o diretor do Departamento de Ciências da Natureza do Ministério de Ciência e Tecnologia, Sávio Túlio Oselieri.

Foto: Ricardo Marajó / SMCS

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