Faixa Vermelha também aceita corrida contra o câncer

Todos os colaboradores da associação aderiram ao uso de camisetas desenvolvidas especialmente para a campanha, além de usarem os tradicionais lacinhos rosas.
Todos os colaboradores da associação aderiram ao uso de camisetas desenvolvidas especialmente para a campanha, além de usarem os tradicionais lacinhos rosas.

Equipe de colaboradores dá outro exemplo de iniciativa relevante para o Outubro Rosa

A causa que movimenta o mês de outubro tem ganhado cada vez mais espaço nas mídias e vem aumentando sua visibilidade perante toda sociedade, mas especialistas da área médica ressaltaram, em levantamento apresentado pela Sociedade Profissional de Pesquisa em Economia e Resultados em Saúde (Ispo, na sigla em inglês), que ainda existe bastante desinformação nas campanhas de conscientização contra o câncer de mama, principalmente acerca do autoexame, que não é considerado suficiente para a detecção precoce da doença. Tocar o próprio corpo e reconhecer sinais de possíveis mudanças é uma importante ferramenta de empoderamento da mulher frente à própria saúde, mas não substitui a mamografia, por exemplo.

A Faixa Vermelha tem dado um belo exemplo de iniciativa. Desde 2017.
A Faixa Vermelha tem dado um belo exemplo de iniciativa. Desde 2017.

Justamente por isso, cada pequena ação faz grande diferença para uma verdadeira e efetiva conscientização. Enquanto o problema continua acontecendo é necessário divulgar soluções para ele constantemente. Seguindo esse contexto, a equipe da Faixa Vermelha tem dado um belo exemplo de iniciativa. Desde 2017, todos os colaboradores da associação aderem ao uso de camisetas desenvolvidas especialmente para a campanha, durante todo o mês de outubro, além de usarem os tradicionais lacinhos rosas.

Segundo o diretor-presidente da Faixa Vermelha, Edegard Borges de Oliveira, são cerca de 50 taxistas e mais de 70 funcionários envolvidos na ação. “Nosso intuito é conscientizar a população para o incentivo a prevenção do câncer de mama, pois nos sensibilizamos com esses casos”, afirma Edegard, revelando que a cada ano a iniciava tem alcançado mais pessoas. “A ideia partiu dos próprios associados e eles ajudam muito na propagação da causa, pois são os taxistas que estão diante do público diariamente”, acrescenta.