Taxista corredor completa dez anos como atleta

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Nesses dez anos, completados em 2019, Jorge da Silva já acumulou 230 medalhas e 23 troféus.
Nesses dez anos, completados em 2019, Jorge da Silva já acumulou 230 medalhas e 23 troféus.

Jorge da Silva já realizou quatro provas esse ano e nem pensa em parar

Em outubro de 2009, Jorge da Silva correu pela primeira vez em uma disputa oficial e não parou mais. Nesses dez anos, completados em 2019, ele acumulou 230 medalhas e 23 troféus. “Se todas as provas oferecessem troféu, o número seria bem maior”, acrescenta Jorge, revelando que já está inscrito em quatro provas para esse ano.

Entre tantas corridas, duas marcaram a trajetória de Jorge de maneira especial. A primeira foi a The Hardest Run, uma corrida em prol da campanha do Erasto Gaertner, realizada em maio do ano passado. “Essa foi a maior corrida de rua de Curitiba, que reuniu 10 mil atletas. Ao fazer a inscrição, o valor de R$ 100,00 reais ia direto para conta do Hospital Erastinho. Além disso ela foi idealizada por um grande maratonista, o Marcelo Alves”, explica Jorge o porquê desta competição ter sido tão importante para ele. “A ideia da prova era arrecadar um milhão de reais para a construção do hospital e foi um sucesso, muitas pessoas perderam a inscrição porque esgotou super rápido”, acrescenta.

Nas provas que participa, não é raro ver Jorge no pódio.
Nas provas que participa, não é raro ver Jorge no pódio.

Outra prova que se destaca nas dezenas que Jorge acumula é a 94ª Corrida Internacional de São Silvestre, promovida em 2018. Participar desta corrida é uma realização para qualquer atleta da área porque ela é a mais famosa e tradicional não só do Brasil como de toda a América do Sul. 2018 também foi marcante por registrar um recorde pessoal: o ano que Jorge mais participou de corridas, totalizando trinta provas.

2019 não ficou muito atrás, foram 26 provas, mas 2020 promete ser ainda melhor, afinal Jorge já está começando com o pé direito. “Vou participar de duas provas em janeiro e duas em fevereiro. Já estava inscrito nelas desde o ano passado”, conta o taxista atleta. Quem sabe este ano Jorge não bate o recorde?

Informações e fotos: Jeniffer Oliveira

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